O tempo da cura não é o tempo do relógio.

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No processo de análise, não contamos as horas para ficar bem; contamos as descobertas que nos permitem, finalmente, habitar o nosso próprio tempo.

Vivemos em uma sociedade que idolatra a pressa. Queremos resultados imediatos, curas instantâneas e soluções que caibam no cronômetro. No entanto, o psiquismo humano ignora os ponteiros do relógio.

​A dor, o luto e a depressão possuem um tempo próprio de maturação. Tentar apressar o processo de cura é como tentar puxar as pétalas de um botão de flor para que ele desabroche mais rápido: o resultado é o dano, não o crescimento.

​Na escuta clínica, percebemos que a verdadeira transformação acontece no “tempo da colheita”. É um processo orgânico, feito de silêncios, repetições e, eventualmente, de novos entendimentos. Respeitar esse tempo não é resignação, é sabedoria. É entender que cada pessoa tem um ritmo único para processar suas vivências e que a pressa do mundo externo não deve ditar a paz do mundo interno. Saiba mais como lidar com esses desafios no meu livro Enfrente a SUA depressão.

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